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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
FONTES DE PESQUISA DE FÍSICA PARA A MOSTRA CIENTÍFICA
1º anos A e C : Leis de Newton : Construção de Foguetes de água

1. Corte uma das garrafas PET como indicado. Faça algumas aletas de cartolina para servir de sustentação do foguete
2. Encaixe a garrafa cortada na base da outra. O líquido deve ser colocado na abertura inferior, que depois será fechada com a própria tampa
3. Prenda as duas garrafas com fita crepe. Providencie um local seguro para o lançamento e bombeie bastante para comprimir o ar
1º anos B e D : Princípio de Arquimedes: Funcionamento de Submarinos
Princípio de Arquimedes
ComentáriosA garrafa não precisa necessariamente estar sem nenhuma bolha de ar. É preciso calibrar bem a quantidade de água utilizada no interior da caneta, pois o sucesso do experimento depende disto.
Fonte 4: Submarino 4
Fonte 5: Submarino 5
Fonte 6: Submarino 6: Não deixe de assistir esse vídeo
2º ano A : Termologia e Máquinas térmicas
VÍDEOS:
2º ano B e C : Som, cordas e tubos sonoros
3º ano A e C : Energia elétrica: Consumo de energia elétrica
CÁLCULO DO CONSUMO DA ENERGIA ELÉTRICA:
CALCULE O CONSUMO DA ENERGIA DE SUA RESIDENCIA
Saiba quanto cada aparelho "puxa de energia" conforme dados da Eletrobrás abaixo.
O valor exato do consumo dos equipamentos de uma residência está na placa atrás de cada aparelho.
Como calcular o custo mensal de um equipamento em meu orçamento doméstico?
Antes de mais nada, é preciso conhecer a potência do equipamento.
Procure no manual do fabricante esta informação. Em seguida, faça o cálculo da seguinte forma:
Potência do Equipamento W x Número de horas utilizadas x Número de dias de uso mês, dividido por 1000
Para achar o valor em Reais multiplique o consumo médio mensal em kWh pelo valor da tarifa cobrada pela concessionária local.
CALCULADORA DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA:
CLIQUE AQUI PARA ABRIR A CALCULADORA DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA
VÍDEOS:
FONTES:
Fonte 1: Como produzir energia elétrica
Fonte 2: História da Energia elétrica no Brasil e no mundo
Fonte 3: Tabela de consumo de energia de alguns aparelhos
Fonte 4: Tabelas de eficiência energética de alguns aparelhos
EM BREVE COLOCAREMOS AS ATIVIDADES PARA AS EQUIPES ABAIXO:
3º ano B : Componentes dos Circuitos elétricos
EJA II - Formação dos Eclipses, sombra e penumbra
Foguete de água
Material necessário:
Material necessário:
- duas garrafas plásticas (refrigerante de 2 litros),
- rolha de borracha ( confeccionada com sandália "havaianas")
- bomba de ar e bico de encher bola de futebol
- água
Procedimentos:
- Com uma agulha, faça um furo na rolha suficiente para o bico passar por ela.
- Use essa rolha para fechar a garrafa base.
- Depois de montado o dispositivo, prenda o bico ao tubo de uma bomba de bicicleta para encher com ar o compartimento inferior do foguete e com água (1/3 do volume) da parte superior.

1. Corte uma das garrafas PET como indicado. Faça algumas aletas de cartolina para servir de sustentação do foguete
2. Encaixe a garrafa cortada na base da outra. O líquido deve ser colocado na abertura inferior, que depois será fechada com a própria tampa
3. Prenda as duas garrafas com fita crepe. Providencie um local seguro para o lançamento e bombeie bastante para comprimir o ar
4. Faça o experimento com água e sem água e veja a diferença. Explique a diferença de altura alcançada.
VÍDEOS:
1º anos B e D : Princípio de Arquimedes: Funcionamento de Submarinos
SUBMARINOShare on stumbleupon

No funcionamento de um submarino, dois aspectos ligados à Física devem ser considerados:
(1) A pressão suportada pela estrutura do submarino e
(2) o Princípio de Arquimedes, que permite ao submarino afundar ou aflorar à superfície.
(1) A pressão hidrostática pH dada por uma coluna de água de altura H é calculada como se segue:
(1) A pressão suportada pela estrutura do submarino e
(2) o Princípio de Arquimedes, que permite ao submarino afundar ou aflorar à superfície.
(1) A pressão hidrostática pH dada por uma coluna de água de altura H é calculada como se segue:


Observemos que, a cada 10 m que nos aprofundamos na água, a pressão hidrostática aumenta de 1 atm.
A pressão externa total a que está sujeito o submarino é de 11,5 atm e, como a pressão interna é de 1,0 atm, a diferença de pressão suportada pela estrutura do submarino é a pressão hidrostática da água, da ordem de 10,5 atm.
(2) O Princípio de Arquimedes permite calcular a força que um fluido (líquido ou gás) exerce sobre um sólido nele mergulhado.
Para entender o Princípio de Arquimedes, imagine a seguinte situação: um copo totalmente cheio d’água e uma esfera de chumbo. Se colocarmos a esfera na superfície da água, ela vai afundar e provocar o extravasamento de uma certa quantidade de água.
A força que a água exerce sobre a esfera terá direção vertical, sentido para cima e módulo igual ao do peso da água que foi deslocada.
(2) O Princípio de Arquimedes permite calcular a força que um fluido (líquido ou gás) exerce sobre um sólido nele mergulhado.
Para entender o Princípio de Arquimedes, imagine a seguinte situação: um copo totalmente cheio d’água e uma esfera de chumbo. Se colocarmos a esfera na superfície da água, ela vai afundar e provocar o extravasamento de uma certa quantidade de água.
A força que a água exerce sobre a esfera terá direção vertical, sentido para cima e módulo igual ao do peso da água que foi deslocada.

Portanto, o valor do empuxo está ligado ao volume externo do sólido mergulhado no líquido, não importando a sua densidade ou o seu peso.
No caso do submarino, quando estiver flutuando na superfície, o seu peso terá a mesma intensidade do empuxo recebido.
No caso do submarino, quando estiver flutuando na superfície, o seu peso terá a mesma intensidade do empuxo recebido.

Para que o submarino afunde, devemos aumentar o seu peso, o que se consegue armazenando água em reservatórios adequados em seu interior. Controlando a quantidade de água em seus reservatórios, ajustamos o peso do submarino para o valor desejado.
Para que o submarino volte a flutuar, a água deve ser expulsa de seus reservatórios para reduzir o peso do submarino e fazer com que o empuxo se torne maior que o peso.
Para que o submarino volte a flutuar, a água deve ser expulsa de seus reservatórios para reduzir o peso do submarino e fazer com que o empuxo se torne maior que o peso.

O bserve que, estando o submarino totalmente imerso, o volume de água deslocado (volume externo do submarino) será sempre o mesmo, o que faz com que a intensidade do empuxo aplicado pela água E’ se mantenha constante, não importando o valor de seu peso.
Material Necessário:
- uma garrafa de 2 litros de refrigerante do tipo PET transparente com tampa
- um tubo de caneta do tipo Bic
+ ou - 2l água
- duas tampinhas de tubo de caneta
Montagem- Retire a tampa e o refil da caneta.
- Corte transversalmente a caneta na extremidade da ponta, de forma a deixá-la igual à outra extremidade.
- Coloque água no tubo de caneta, que deverá estar com uma das extremidades tampadas, deixando, aproximadamente, 5 ou 6 centímetros de ar. Para saber se esta quantidade de ar é o suficiente para que a caneta flutue, teste antes em um copo com água.
- Tampe a outra extremidade com a outra tampinha.
- Coloque o tubo de caneta dentro da garrafa, a qual deverá estar completamente cheia de água e sem bolhas de ar.
- Observe que inicialmente a parte superior da caneta deverá ficar na mesma linha que a superfície da água da garrafa, ou seja, flutuando.
- Tampe a garrafa.
- um tubo de caneta do tipo Bic
+ ou - 2l água
- duas tampinhas de tubo de caneta
Montagem- Retire a tampa e o refil da caneta.
- Corte transversalmente a caneta na extremidade da ponta, de forma a deixá-la igual à outra extremidade.
- Coloque água no tubo de caneta, que deverá estar com uma das extremidades tampadas, deixando, aproximadamente, 5 ou 6 centímetros de ar. Para saber se esta quantidade de ar é o suficiente para que a caneta flutue, teste antes em um copo com água.
- Tampe a outra extremidade com a outra tampinha.
- Coloque o tubo de caneta dentro da garrafa, a qual deverá estar completamente cheia de água e sem bolhas de ar.
- Observe que inicialmente a parte superior da caneta deverá ficar na mesma linha que a superfície da água da garrafa, ou seja, flutuando.
- Tampe a garrafa.
ComentáriosA garrafa não precisa necessariamente estar sem nenhuma bolha de ar. É preciso calibrar bem a quantidade de água utilizada no interior da caneta, pois o sucesso do experimento depende disto.
VÍDEOS:
FONTES:
Fonte 5: Submarino 5
Fonte 6: Submarino 6: Não deixe de assistir esse vídeo
2º ano A : Termologia e Máquinas térmicas
VÍDEOS:
2º ano B e C : Som, cordas e tubos sonoros
3º ano A e C : Energia elétrica: Consumo de energia elétrica
O consumo de energia elétrica no país se concentra na região Sudeste e no segmento industrial. Historicamente, a demanda de energia nos países em desenvolvimento cresce a taxas superiores ao PIB. Neste contexto, o crescente consumo industrial tem sido o principal impulsionador da significativa expansão da demanda de energia elétrica no Brasil.
Na década de 70, período de elevada expansão da economia brasileira, a taxa média de crescimento da demanda por energia elétrica foi de 11%. Na década de 80, mesmo com baixo crescimento econômico, a demanda por eletricidade cresceu, na média, a 4% ao ano. Em meados da década de 90, após o plano Real, a taxa média de crescimento subiu para 6% ao ano.
Entre 2002 e 2007, o consumo de energia apresentou taxa média de crescimento de 4,9%, frente a um crescimento do PIB de 3,7% ao ano no mesmo período. Em 2008, o consumo total de energia elétrica no Brasil (consumo na rede mais autoprodução) cresceu 4,8%, taxa inferior ao crescimento da economia, de 5,1%.
CÁLCULO DO CONSUMO DA ENERGIA ELÉTRICA:
CALCULE O CONSUMO DA ENERGIA DE SUA RESIDENCIA
Saiba quanto cada aparelho "puxa de energia" conforme dados da Eletrobrás abaixo.
O valor exato do consumo dos equipamentos de uma residência está na placa atrás de cada aparelho.
| Aparelhos Elétricos | Potência Média Watts | Dias estimados Uso/Mês | Média Utilização/Dia | Consumo Médio Mensal (Kwh) |
|---|---|---|---|---|
| ABRIDOR/AFIADOR | 135 | 10 | 5 min | 0,11 |
| AFIADOR DE FACAS | 20 | 5 | 30 min | 0,05 |
| APARELHO DE SOM 3 EM 1 | 80 | 20 | 3 h | 4,8 |
| APARELHO DE SOM PEQUENO | 20 | 30 | 4 h | 2,4 |
| AQUECEDOR DE AMBIENTE | 1550 | 15 | 8 h | 186,0 |
| AQUECEDOR DE MAMADEIRA | 100 | 30 | 15 min | 0,75 |
| AR-CONDICIONADO 7.500 BTU | 1000 | 30 | 8 h | 120 |
| AR-CONDICIONADO 10.000 BTU | 1350 | 30 | 8 h | 162 |
| AR-CONDICIONADO 12.000 BTU | 1450 | 30 | 8 h | 174 |
| AR-CONDICIONADO 15.000 BTU | 2000 | 30 | 8 h | 240 |
| AR-CONDICIONADO 18.000 BTU | 2100 | 30 | 8 h | 252 |
| ASPIRADOR DE PÓ | 100 | 30 | 20 min | 10,0 |
| BARBEADOR/DEPILADOR/MASSAGEADOR | 10 | 30 | 30 min | 0,15 |
| BATEDEIRA | 120 | 8 | 30 h | 0,48 |
| BOILER 50 e 60 L | 1500 | 30 | 6 h | 270,0 |
| BOILER 100 L | 2030 | 30 | 6 h | 365,4 |
| BOILER 200 a 500 L | 3000 | 30 | 6 h | 540,0 |
| BOMBA D'ÁGUA 1/4 CV | 335 | 30 | 30 min | 5,02 |
| BOMBA D'ÁGUA 1/2 CV | 613 | 30 | 30 min | 9,20 |
| BOMBA D'ÁGUA 3/4 CV | 849 | 30 | 30 min | 12,74 |
| BOMBA D'ÁGUA 1 CV | 1051 | 30 | 30 min | 15,77 |
| BOMBA AQUÁRIO GRANDE | 10 | 30 | 24 h | 7,2 |
| BOMBA AQUÁRIO PEQUENO | 5 | 30 | 24 h | 3,6 |
| CAFETEIRA ELÉTRICA | 600 | 30 | 1 h | 18,0 |
| CHURRASQUEIRA | 3800 | 5 | 4 h | 76,0 |
| CHUVEIRO ELÉTRICO | 3500 | 30 | 40 min ** | 70,0 |
| CIRCULADOR AR GRANDE | 200 | 30 | 8 h | 48,0 |
| CIRCULADOR AR PEQUENO/MÉDIO | 90 | 30 | 8 h | 21,6 |
| COMPUTADOR/ IMPRESSORA/ ESTABILIZADOR | 180 | 30 | 3 h | 16,2 |
| CORTADOR DE GRAMA GRANDE | 1140 | 2 | 2 h | 4,5 |
| CORTADOR DE GRAMA PEQUENO | 500 | 2 | 2 h | 2,0 |
| ENCERADEIRA | 500 | 2 | 2 h | 2,0 |
| ESCOVA DE DENTES ELÉTRICA | 50 | 30 | 10 min | 0,2 |
| ESPREMEDOR DE FRUTAS | 65 | 20 | 10 min | 0,22 |
| EXAUSTOR FOGÃO | 170 | 30 | 4 h | 20,4 |
| EXAUSTOR PAREDE | 110 | 30 | 4 h | 13,2 |
| FACA ELÉTRICA | 220 | 5 | 10 min | 0,18 |
| FERRO ELÉTRICO AUTOMÁTICO | 1000 | 12 | 1 h | 12,0 |
| FOGÃO COMUM | 60 | 30 | 5 min | 0,15 |
| FOGÃO ELÉTRICO 4 CHAPAS | 9120 | 30 | 4 h | 1094,4 |
| FORNO À RESISTÊNCIA GRANDE | 1500 | 30 | 1 h | 45,0 |
| FORNO À RESISTÊNCIA PEQUENO | 800 | 20 | 1 h | 16,0 |
| FORNO MICROONDAS | 1200 | 30 | 2O min | 12,0 |
| FREEZER VERTICAL/HORIZONTAL | 130 | - | - | 50 |
| FRIGOBAR | 70 | - | - | 25,0 |
| FRITADEIRA ELÉTRICA | 1000 | 15 | 30 min | 7,5 |
| GELADEIRA 1 PORTA | 90 | - | - | 30 |
| GELADEIRA 2 PORTAS | 130 | - | - | 55 |
| GRILL | 900 | 10 | 30 min | 4,5 |
| IOGURTEIRA | 26 | 10 | 30 min | 0,1 |
| LÂMPADA FLUORESCENTE COMPACTA - 11W | 11 | 30 | 5 h | 1,65 |
| LÂMPADA FLUORESCENTE COMPACTA - 15 W | 15 | 30 | 5 h | 2,2 |
| LÂMPADA FLUORESCENTE COMPACTA - 23 W | 23 | 30 | 5 h | 3,5 |
| LÂMPADA INCANDESCENTE - 40 W | 40 | 30 | 5 h | 6,0 |
| LÂMPADA INCANDESCENTE - 60 W | 60 | 30 | 5 h | 9,0 |
| LÂMPADA INCANDESCENTE -100 W | 100 | 30 | 5 h | 15,0 |
| LAVADORA DE LOUÇAS | 1500 | 30 | 40 min | 30,0 |
| LAVADORA DE ROUPAS | 500 | 12 | 1 h | 6,0 |
| LIQUIDIFICADOR | 300 | 15 | 15 min | 1,1 |
| MÁQUINA DE COSTURA | 100 | 10 | 3 h | 3,9 |
| MÁQUINA DE FURAR | 350 | 1 | 1 h | 0,35 |
| MICROCOMPUTADOR | 120 | 30 | 3 h | 10,8 |
| MOEDOR DE CARNES | 320 | 20 | 20 min | 1,2 |
| MULTIPROCESSADOR | 420 | 20 | 1 h | 8,4 |
| NEBULIZADOR | 40 | 5 | 8 h | 1,6 |
| OZONIZADOR | 100 | 30 | 10 h | 30,0 |
| PANELA ELÉTRICA | 1100 | 20 | 2 h | 44,0 |
| PIPOQUEIRA | 1100 | 10 | 15 min | 2,75 |
| RÁDIO ELÉTRICO GRANDE | 45 | 30 | 10 h | 13,5 |
| RÁDIO ELÉTRICO PEQUENO | 10 | 30 | 10 h | 3,0 |
| RÁDIO RELÓGIO | 5 | 30 | 24 h | 3,6 |
| SAUNA | 5000 | 5 | 1 h | 25,0 |
| SECADOR DE CABELO GRANDE | 1400 | 30 | 10 min | 7,0 |
| SECADOR DE CABELOS PEQUENO | 600 | 30 | 15 h | 4,5 |
| SECADORA DE ROUPA GRANDE | 3500 | 12 | 1 h | 42,0 |
| SECADORA DE ROUPA PEQUENA | 1000 | 8 | 1 h | 8 |
| SECRETÁRIA ELETRÔNICA | 20 | 30 | 24 h | 14,4 |
| SORVETEIRA | 15 | 5 | 2 h | 0,1 |
| TORNEIRA ELÉTRICA | 3500 | 30 | 30 min | 52,5 |
| TORRADEIRA | 800 | 30 | 10 min | 4,0 |
| TV EM CORES - 14" | 60 | 30 | 5 h | 9,0 |
| TV EM CORES - 18" | 70 | 30 | 5 h | 10,5 |
| TV EM CORES - 20" | 90 | 30 | 5 h | 13,5 |
| TV EM CORES - 29" | 110 | 30 | 5 h | 16,5 |
| TV EM PRETO E BRANCO | 40 | 30 | 5 h | 6,0 |
| TV PORTÁTIL | 40 | 30 | 5 h | 6,0 |
| VENTILADOR DE TETO | 120 | 30 | 8 h | 28,8 |
| VENTILADOR PEQUENO | 65 | 30 | 8 h | 15,6 |
| VÍDEOCASSETE | 10 | 8 | 2 h | 0,16 |
| VÍDEOGAME | 15 | 15 | 4 h | 0,9 |
Como calcular o custo mensal de um equipamento em meu orçamento doméstico?
Antes de mais nada, é preciso conhecer a potência do equipamento.
Procure no manual do fabricante esta informação. Em seguida, faça o cálculo da seguinte forma:
Potência do Equipamento W x Número de horas utilizadas x Número de dias de uso mês, dividido por 1000
Para achar o valor em Reais multiplique o consumo médio mensal em kWh pelo valor da tarifa cobrada pela concessionária local.
CALCULADORA DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA:
CLIQUE AQUI PARA ABRIR A CALCULADORA DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA
VÍDEOS:
FONTES:
Fonte 1: Como produzir energia elétrica
Fonte 2: História da Energia elétrica no Brasil e no mundo
Fonte 3: Tabela de consumo de energia de alguns aparelhos
Fonte 4: Tabelas de eficiência energética de alguns aparelhos
EM BREVE COLOCAREMOS AS ATIVIDADES PARA AS EQUIPES ABAIXO:
3º ano B : Componentes dos Circuitos elétricos
EJA II - Formação dos Eclipses, sombra e penumbra
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Nota Vermelha
Nota Vermelha
By Roseli Brito
As férias escolares acabam, porém boa parcela dos alunos retornam com toda energia e disposição para continuarem “ brincando de estudar”. Para esses alunos a Escola são férias eternas, o boletim escolar sempre decorado de notas vermelhas, mas afinal , eles dizem: “ e eu com isso? “ . Parodiando os próprios alunos, agora é o momento em que a “ chapa começa a esquentar” !!
“ Professor não posso repetir de ano!! “ , “ Professor, você não pode me reprovar !?” Pois é, está é a grande preocupação que começa a rondar a cabeça de muitos jovens. Afinal, se ele reprovar, como vai ser ficar sem aquela viagem que o pai prometeu? E aquele novo computador ? Pior ainda, o mico da “ galera” na série seguinte, e ele sendo o “ único” que ficou para trás ? Isso nem pensar !
Logo você começará a ser assediado nos corredores por alunos que vão querer saber se estão de recuperação, se ficarão de exame, se irão “ passar de ano” ou não.
Toma que o Filho é teu:
É muito comum logo após o término da prova, o aluno já ficar rodeando o Professor para saber que nota ele tirou na prova. Na cabeça desse aluno existe uma dicotomia que é preciso que o Professor compreenda. Quando o aluno alcança nota 10 na prova, foi ele quem conquistou, no entanto quando ele tira uma nota vermelha foi o Professor que subtraiu a nota dele.
A nota em si, para muitos alunos, é uma medida que apenas atesta a promoção no final do ano, tem apenas esta serventia. Serve para a Escola mudar ele de série, e serve para os Pais como uma confirmação de que podem comprar o presente dele, pois ele passou de ano.
Quando o aluno está com o boletim escolar cheio de notas baixas, a responsabilidade das mesmas é atribuída ao Professor, ou seja, as notas estão daquela forma porque o Professor “ deu” nota vermelha na prova, assim sendo, a fonte das notas vermelhas é uma só: o Professor.
Tanto os Pais quanto os Alunos precisam compreender que na vida os únicos responsáveis pelas nossas conquistas, nossas falhas e nossos erros, somos nós mesmos. Se um dia pedirem para eu cantar uma música, com certeza receberei nota zero, deverei culpar a letra da música? A pessoa que escreveu a letra? Ou deverei refletir, se antes de aceitar cantar a música, quais conhecimentos prévios deverei ter que possibilitarão que eu seja bem sucedida nesta tarefa? O que precisarei? Aulas de canto? Durante quanto tempo? E por aí vai.
Na Prova de Física, Matemática, Língua Portuguesa, ou outra disciplina, segue o mesmo princípio, durante certo período de tempo o aluno estará em contato com novos aprendizados, situações problema, estudos de caso e então no momento da prova deverá demonstrar até onde compreendeu esses novos conceitos e como interage com eles em novas situações. O Professor quer saber qual é o grau e profundidade de competência que o aluno adquiriu naquele novo aprendizado e qual a sua performance.
Assim, se eventualmente ocorrer a nota vermelha, esta não está medindo quem elaborou a prova, também não está medindo a prova em si, não mede a escola, e não mede o livro didático. A prova tenta medir unicamente o quanto o Aluno aprendeu e como ele performa em uma dada situação.
O que a Indisciplina tem a ver com isso?
Quando ministramos uma aula nosso objetivo é que os alunos fiquem focados na tarefa, porém o que ocorre é que eles estão focado em outras coisas, outras “ tarefas”.
Você tem de admitir: conversar é uma tarefa, provocar o colega também é uma “ tarefa” o qual muitos alunos se aplicam em desempenhar. Essas tarefas porém contribuem para o aparecimento da indisciplina na sala de aula e desestabilizam o ambiente. O aluno que ocupa-se com este tipo de “ tarefa” desperdiça o tempo e sem se dar conta, subtrai de si mesmo o aprendizado que poderia ter e consequentemente a própria nota.
Então chega o dia de informar as notas, e muitos alunos e pais não se conformam com os resultados. Querem explicações do Professor. Exigem reunião de última hora, apontam o dedo na cara, ameaçam , vociferam, querem justificativas, querem que a nota seja alterada.
Pois bem, está na hora de inverter esta situação ! De hoje em diante quando Pais ou Alunos chegarem até você exigindo explicações de notas vermelhas faça as seguintes perguntas para eles:
- - O que faz um aluno tirar 10 ?
- - Então seria verdadeiro afirmar que fazer o oposto disso faria o aluno tirar nota vermelha ?
- - Enumere para a mãe um conjunto de situações negativas, selecione aquelas em que o filho dela se enquadra, por exemplo: conversar demais, não trazer lições, não trazer os materiais para as aulas, desrespeitar Professor e colegas, etc, etc, e peça para ela dizer se cada uma daquelas situações ajudam o aluno a alcançar nota azul ou nota vermelha ?
- - Faça o aluno previamente preencher esses mesmos itens em formato de auto avaliação e entregue para a mãe quando a mesma vier pedir explicações
- - Entregue a Ficha de Auto Avaliação do Aluno e diga: Pedi as mesmas explicações para seu filho, espero que ele lhe responda porque tratou com tanto descaso o meu trabalho, fez tão pouco por si mesmo, e ainda submeteu a senhora a esta situação.
No próximo artigo revelarei como a nota azul é construída, você conhecerá o segredo que utilizo em todas as Reuniões de Pais e quais os argumentos que utilizo para refutar os pais inconformados com a nota vermelha.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
I mostra científica Manoel Gentil
Olá estudantes e professores,
Segue o regulamento da mostra científica que será realizada em setembro.
Clique no link abaixo para abrir o regulamento:
REGULAMENTO DA I MOSTRA CIENTÍFICA
Abraços a todos.
Segue o regulamento da mostra científica que será realizada em setembro.
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REGULAMENTO DA I MOSTRA CIENTÍFICA
Abraços a todos.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Novo Plano de Cargos e Carreira - Estado de Alagoas
Olá pessoal,
Segue o link para abrir o Novo PCC dos Servidores da Educação do Estado de Alagoas.
Clique no link abaixo para abrir o Novo PCC da Educação:
Novo Plano de Cargos e Carreira - 2012 - Estado de Alagoas
Abraços a Todos e esperemos pela aprovação.
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Novo Plano de Cargos e Carreira - 2012 - Estado de Alagoas
Abraços a Todos e esperemos pela aprovação.
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